ZPE Ceará recebe visita de comitiva da China

4 de abril de 2016 - 17:45

ZPE CEARÁ recebe visita de comitiva da China

O secretário de Assuntos Internacionais do Governo do Estado, Antônio Balhmann, o presidente da ZPE CEARÁ, Mário Lima Júnior e os diretores da Companhia receberam hoje, pela manhã, na sede da estatal, em Pecém, a visita de uma comitiva da província de Fujian (China). 

A comitiva foi formada pelo vice governador da Província de Fujian, Huang Qiyu; pelo diretor geral de Recursos Hídricos de Fujian, You Mengjun; pelo secretario do vice-governador, Xie Qinghua; pela chefe de assuntos de comércio exterior do governo da província de Fujian, Yin Dan; pela consul geral da China, em Recife, Li Feiyue e pela vice Consul da China, em Recife, Zhang Re.

Na ocasião, Balhmann ressaltou o acordo Brasil-China que inclui a instalação de uma planta petroquímica na ZPE CEARÁ como uma das prioridades dos dois países. Ele destacou ainda a captação de uma montadora para a ZPE CEARÁ. “O Governo do Estado está enviando, neste mês de abril, uma proposta para o governo chinês para podermos avançar nas negociações com a montadora”, revelou.

Conforme Balhmann, a ZPE CEARÁ pretende atrair investimentos em diversas áreas, dentre elas pedras ornamentais e calçados, visando o mercado americano; componentes para a indústria de petróleo, visando a América Latina, por meio de empresas chinesas e autopeças.

O presidente da ZPE CEARÁ, Mário Lima Júnior, lembrou que além dos benefícios fiscais, administrativos e cambiais oferecidos para as empresas que se instalarem na área da estatal, o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), onde funciona a ZPE CEARÁ, oferece uma excelente infraestrutura com água, energia, mão de obra qualificada e transporte, incluindo rodovia, ferrovia e porto.

Mário disse ainda que o Porto do Pecém é um dos melhores portos brasileiros em infraestrutura, com áreas de até 18 metros de profundidade e capacidade para receber navios de até 150 mil toneladas, movimentando anualmente cerca de 13 milhões de toneladas. “A navegação para o continente asiático hoje é feita pela África. A partir de 2017, ela passará a ser feita pelo Canal do Panamá, reduzindo de forma significativa o tempo de deslocamento”, concluiu.